sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Brasil vai reduzir 144 mil toneladas de açúcar em alimentos e bebidas





                         
Termo de compromisso assinado na segunda-feira (26) entre o governo federal e entidades representativas da indústria brasileira de alimentos e bebidas prevê a redução voluntária, até 2022, de 144,6 mil toneladas de açúcar nos produtos fabricados no Brasil.
Com este acordo, o Brasil torna-se um dos primeiros países do mundo a buscar essa diminuição. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), a redução voluntária será feita em 23 categorias de produtos em cinco grupos: bebidas adoçadas, biscoitos, bolos prontos e misturas para bolo, achocolatados em pó e produtos lácteos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Todo cuidado é pouco, porque Temer está com a caneta até o dia 1º de janeiro


                       
É preciso ficar atento que o governo Temer tem vida curta. Mais uns 30 dias só, embora seja tempo mais do que suficiente para pintar e bordar e numa canetada derrubar toda a Lava Jato. Depois, em 1º de janeiro de 2019, é Bolsonaro quem estará no poder. E como presidente da República ele tem um instrumento poderosíssimo que Fernando Collor usou contra o povo tão logo tomou posse no mesmo 15 de março de 1990: as Medidas Provisórias.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Níveis de gases causadores do efeito estufa na atmosfera atingem novo recorde




                   
Níveis de gases causadores do efeito estufa que aprisionam calor na atmosfera chegaram a um novo recorde, de acordo com um relatório publicado na semana passada (quinta-feira dia 22) pela agência meteorológica das Nações Unidas, que revela não haver sinais de retrocesso desta tendência, responsável pelas mudanças climáticas, aumento do nível do mar, acidificação dos oceanos e condições meteorológicas extremas.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Juízes viram as costas ao país e pedem que Supremo mantenha auxílio-moradia










              
A Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) pediu ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que não revogue as liminares de sua autoria que garantem o pagamento de auxílio-moradia a juízes e procuradores de todo o País. E que, se cassar o benefício de R$ 4,3 mil, seja impondo um “regime de transição” para não haver uma perda brusca nas remunerações.

domingo, 25 de novembro de 2018

Paulo Guedes quer diminuir carga tributária para 25% em 10 anos


   
- Ministro da Economia do novo governo pretende implementar mudanças na legislação de tributos rapidamente para criar ambiente favorável ao empreendedorismo. Proposta ainda não está fechada, mas Guedes descartou aumento de impostos - 

Durante as reuniões da equipe de transição, ao mesmo tempo que os objetivos do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, agradam aos empresários, causam incerteza sobre a possibilidade de concretização. A intenção dele é conseguir zerar o deficit fiscal do Brasil em um ano e diminuir para 25% a carga tributária em 10 anos divide economistas. Se de um lado, alguns veem a tarefa como quase impossível — na melhor das hipóteses, as projeções apontam que o rombo nas contas públicas só termina em 2022 —, há quem aplauda o empenho de “arriscar para mais” e acelerar o ajuste fiscal, que está sendo feito de forma gradual.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Enquanto Cultura e Saraiva fecham lojas, rede Leitura expande os negócios


               
Nos últimos meses, o mercado brasileiro de livros escreveu alguns de seus mais dramáticos e decisivos capítulos. Em março, a rede Laselva teve sua falência decretada pela Justiça, com mais de R$ 100 milhões em dívidas. Num enredo semelhante, a francesa Fnac fechou sua última unidade no país, na capital paulista, e zarpou desse mercado em setembro. Enquanto isso, as duas maiores livrarias brasileiras, a Cultura e a Saraiva, anunciavam fechamento de dezenas de unidades e renegociação de dívidas com fornecedores.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

“A gente se sentia explorado”, diz médico cubano que se casou e ficará no Brasil


                  
Integrante do Mais Médicos por quase três anos, o médico cubano Adrian Estrada Barber disse à Folha que se sentia explorado pelo programa e acha que muitos colegas irão abandoná-lo para ficar no Brasil até o final do ano.
Barber lamentou o fim da parceria com Cuba, mas atribuiu a decisão a uma “estratégia política” do regime cubano, e não às exigências do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que pediu a realização de testes de capacidade, o envio do salário integral aos profissionais (hoje, eles recebem apenas parte do subsídio, que é retido por Cuba) e a possibilidade de que eles trouxessem suas famílias ao Brasil. “Eu concordo totalmente [com as exigências]. A maioria se sentia explorada”, disse. 

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