
Talvez pela profusão de grandes artistas, o Brasil se permita, em uma injustiça cruel, relegar ao lado B um compositor diverso e genial como Sérgio Sampaio, morto há exatamente 25 anos. Turrão e inquieto, Sampaio era aquele que disse “eu quero é botar o meu bloco na rua”. E botou, mas não só. Lançou, em vida, três discos sólidos e inventivos e deixou também um trabalho póstumo de qualidade reconhecida.





