quarta-feira, 7 de novembro de 2018
De tão sólida, a teia do Expresso 2222 sobreviveu ao vírus do tempo
Quando começou a circular o Expresso 2222, em 1972, a luz no fim do túnel era a locomotiva da ditadura vindo em sentido contrário. Como Caetano, Gilberto Gil voltava de um exílio de dois anos em Londres após uma prisão arbitrária, e recomeçava a carreira a todo o vapor unindo as duas pontas básicas do ideário tropicalista. De um lado, o regionalismo fundador da tosca e revolucionária Banda de Pífanos de Caruaru ("Pipoca Moderna"). De outro, uma canção do exílio universalista, "Back in Bahia", que ao invés de palmeiras e sabiás, planta Celly Campelo e um velho baú de prata.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
White Album, dos Beatles, completa 50 anos

- Décimo disco de estúdio dos Beatles, o Álbum Branco surpreendeu pela simplicidade e realçou os talentos individuais de cada um da banda -
Em 1968, os Beatles estavam surfando nas ondas do guru indiano Maharishi Mahesh. Ainda sob o impacto da morte do empresário Brian Epstein – que encarnava uma figura paterna –, pressão do sucesso e drogas, o grupo partiu de mala e cuia para Índia, com a desculpa de estudar meditação transcendental. Quando voltaram de viagem, trouxeram na bagagem boa parte do material que viria compor O Álbum Branco (The White Album), disco duplo homônimo que em novembro completa 50 anos.
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
O outro Brasil

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz o analista político Josias de Souza em seu Blog.
“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados.”
Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
Novo governo planeja viabilizar investimentos e R$ 180 bi na infraestrutura
- Para isso, quer acelerar privatizações e mudar regras de concessões, entre outras medidas. Ideia é atrair capital nacional e internacional -
O governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), vai aproveitar muito do que foi feito pela equipe da Secretaria do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), criada por Michel Temer, mas quer acelerar privatizações para atingir o objetivo de investir R$ 180 bilhões em infraestrutura em 2019. Para isso, pretende extinguir estatais, privatizar Docas e incentivar cabotagem, mudar regras de concessões e apostar no financiamento com emissão de debêntures, ampliando a isenção de Imposto de Renda para pessoas jurídicas. Especialistas aprovaram o desenho, porém, há quem ache a meta ambiciosa demais.
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Sectarismo e intolerância em universidades públicas sem pluralismo

Qual é o problema de vocês? Quem lhes disse que a nação está interessada em custear uma universidade para ser transformada em feudo esquerdista, de onde a divergência é expulsa a gritos e atos de selvageria intolerante? De onde lhes vem essa pretensa superioridade moral quando os frutos mais amargos da história são colhidos nas suas bibliografias? Querem uma universidade para a esquerda, criem uma. Querem duas, criem duas, criem três, criem quantas quiserem. Mas não usurpem o que pertence a todos! A universidade tem autonomia para que o pluralismo seja possível; não para que seja impedido!
O PT ESTÁ COM MEDO...

O PT está com medo que Sergio Moro, em seu superministério, possa investigar a roubalheira dos governos Lula e Dilma Rousseff.
Diz a Folha de S. Paulo:
“O PT está preocupado com a possibilidade de o juiz Sergio Moro direcionar órgãos como a CGU para fazer devassas nas administrações anteriores do partido, criando fatos negativos para a legenda nos próximos anos.”
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Bolsonaro prepara um 'superministério' para oferecer a Sérgio Moro

- Ministério da Justiça deve ser o responsável pela gestão da Polícia Federal e da Secretaria de Combate à Corrupção -
O presidente eleito Jair Bolsonaro vai oferecer ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, um Ministério da Justiça ampliado. De acordo com interlocutores de Bolsonaro, ele deve rever a separação realizada na gestão de Michel Temer, que criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública.
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